quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sylvinho Blau Blau

Sylvinho Blau-Blau ( Sylvio Luiz do Rêgo Júnior ) nasceu no Rio de Janeiro/RJ, no dia 23 de agosto de 1964.

Sylvinho Blau Blau integrou a chamada geração new wave do rock nos anos 1980, em que conjuntos musicais tocavam músicas com letras ingênuas.

Fez curso de teatro com Cecil Thirre, televisão com Tizuka Yamazaki e dança com Carlinhos de Jesus.Participou de diversos trabalhos na TV Globo, SBT, Bandeirantes, apresentou o programa “Pulsação” na CNT e participou do filme “Morte Transparente”, uma co-produção Brasil –Argentina.

Começou sua carreira integrando a banda Absyntho, criada em 1982 pelo quinteto Sylvinho, Fernando Sá, Sérgio Diamante, Walderley Pigliasco e Darcy. Ficou famoso com a música "Ursinho blau-blau" e participou de uma série de programas de televisão e rádio. Outras canções, como "Só a lua", "Lobo", "Balanço do Trem" e "Palavra Mágica", também estouraram nas paradas de sucesso.

Teve um CD produzido por Lulu Santos, "Topete", com participações de Evandro Mesquita, Lobão, Arnaldo Brandão, entre outros e chegou a fazer apresentações em outros países. Contudo, Depois que a banda foi desfeita, em 1987, Sylvinho não emplacou na carreira solo. A partir de então montou uma agência de publicidade.

Depois ainda viria com um LP irregular produzido por Marlene Mattos e Michael Sullivan pelo selo Xuxa Discos – RGE ano 89, visitando precocemente a musica eletrônica, veio o CD “Trampolim” pela Cedro Music do Brasil ano 95, viria depois um CD impecável chamado “Animal Faminto” reunindo sucessos pop românticos, lançado pela Indie Records ano 99, mantendo Sylvinho na mídia e seu nome não era esquecido.

Depois de enfrentar problemas com drogas, o cantor entrou, em 1998, para a Igreja Pentecostal Nova Vida e iniciou sua reviravolta.

Em 1999, voltou à ativa gravando o CD "Animal Faminto", época em que também decidiu posar nu na revista Íntima e Pessoal. A igreja não se opôs quando decidiu posar nu.

Criado em Copacabana, Sylvinho tem dois filhos, frutos de seu enlace com Ana Paula Pereira, uma jornalista e ex-Rainha do Carnaval Carioca, Maria Luiza e Antonio Luiz.

Com shows por todo o Brasil, ele se autodenomina o maior de todos, o ‘King 80’, e dá graças a Deus porque “esse revival não acaba mais”. Aos 50 anos, a trajetória deste cantor e ator já passou por altos e baixos - desde atuações em pornochanchadas na década de 70 a tentativas infrutíferas de emplacar sucessos românticos.

Hoje, Sylvinho assume o que realmente gosta: cantar nas festas e festivais dedicados à chamada década perdida. “É um tipo de diversão que não tem mais hoje em dia. É singela, sem maldade. As pessoas se enfeitam com o estilo cafona dos anos 80. Nada a ver com esses bailes funk em que as pessoas brigam”, diz o cantor.

A todo vapor, Sylvinho diz que topa duas vertentes de shows, o infantil e o roqueiro. “Toco tanto com o Luciano, do Trem da Alegria, e o Afonso Nigro, do Dominó, como com os roqueiros do Uns e Outros, Zero e João Penca”, conta.
Com shows lotados por todo o Brasil, Sylvinho só tem saudade de uma coisa dos anos 80: o "Cassino do Chacrinha". “Era muito emocionante. Sinto falta dos programas de auditório que deixam o artista se apresentar. Hoje em dia só tem o Faustão, que chama somente um cara por semana e fica só falando com ele”, reclama.

Sobre projetos futuros, Sylvinho avisa que está preparando um CD para lançar em breve. O disco terá músicas inéditas, compostas por ele e Tico Santa Cruz, do Detonautas, e também regravações de antigos sucessos, como "Primavera", de Tim Maia, "Ovelha Negra", de Rita Lee e "Chove Chuva", do Jorge Benjor.

“Tudo puxado para o rock dançante, uma coisa meio Jamiroquai. Tentei seguir o lado romântico, mas não deu certo, isso não é comigo”, avalia.

Com o tempo tomado pelas festas oitentistas, Sylvinho ainda interpreta o papel de pai. Casado com a jornalista Ana Paula Pereira, que atualmente estuda moda em Milão, é ele quem cuida dos filhos Maria e Antonio. As crianças de vez em quando prestigiam sua performance como jogador de futebol. Sylvinho atua na equipe dos artistas Planet Globe, formada por famosos como Nicola Siri, Cássio Reis, Heitor Martinez e Carlos Bonow.

“Em 2007, na Rússia, a gente foi campeão da Copa do Mundo dos Artistas, patrocinada pela Fifa”, conta Sylvinho, sem revelar a performance do grupo este ano: uma medalha de prata na mesma competição.

Além da música, da atuação e do futebol, Sylvinho ainda tem tempo para o comércio. “Também vendo perfumes italianos”, diz o King 80, ressaltando que não é muamba. “Temos representação de uma loja de Milão’, explica.

Fonte: Wikipédia e EGO.

Nenhum comentário:

Postar um comentário