sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Cláudia

A cantora Maria das Graças Rallo, mais conhecida atualmente como Cláudya -- também foi Cláudia e Cláudia Oliveira) -- nasceu no Rio de Janeiro em 10 de maio de 1948.

Começou a cantar aos oito anos de idade, participando de um programa de calouros na Rádio Sociedade de Juiz de Fora. Aos 13 anos, atuou como crooner do conjunto Meia-Noite, que se apresentava em festas e bailes daquela cidade.

Lançou-se na música na década de 1960, ganhando vários prêmios e troféus. Mas, foi com o musical "Evita", já na década de 1980, que definitivamente se consagrou como grande intérprete.

Cláudia começou a cantar cedo e, como muitos grandes nomes da música, iniciou sua carreira participando de programas de auditório e calouros, no rádio.

Com nove anos de idade, Cláudia era destaque na Rádio Sociedade de Juiz de Fora.

Nos anos 60, participou ativamente do programa O Fino da Bossa, comandado por Elis Regina e que apostava na mixagem de intérpretes e estilos musicais.

Em 1969, Cláudia venceu o 1º Festival Fluminense da canção defendendo a música "Razão de paz para não cantar" (Eduardo Lage/ Alésio de Barros).

Participou, também, de diversos festivais no exterior, inclusive Japão, Grécia, México e Venezuela, tornando-se mais premiada fora do que dentro do Brasil. "Mais de 30" (Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle) é uma de suas maiores interpretações.

O maior momento de sua carreira se deu em 1983, quando estrelou o musical "Evita", uma superprodução mundial encenada em vários países e que ficou mais de dois anos em cartaz no Rio e São Paulo. Depois de "Evita", continuou se apresentando em casas noturnas e participando de shows e gravações.

Em 1998, Cláudia gravou um disco com músicas de Taiguara, uma homenagem ao compositor de quem era muito amiga.

Gravou mais de vinte discos e foi recordista de vendas.

Cláudia lançou um LP em japonês que vendeu mais de 200 mil cópias e entre os prêmios que ganhou estão o Roquete Pinto, o Globo de Ouro e o Troféu Imprensa.


Fonte: Wikipédia; Dicionário Cravo Albin.

Nenhum comentário:

Postar um comentário